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Três indicadores do setor da construção civil para 2026 - Câmara Brasileira da Indústria e Comércio

23/02/26

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) reuniu lideranças do movimento Construção é Mais para avaliar o cenário de 2026 e alinhar iniciativas conjuntas para fortalecer o setor e estimular o desempenho positivo das empresas. O primeiro encontro do ano aconteceu na sede do SECOVI-SP, com a participação de dirigentes de 14 entidades empresariais representativas de diversos segmentos da indústria da construção – construtores, incorporadores e fornecedores de serviços, produtos e insumos.

Indicador 01

A redução na taxa de juros deve estimular o mercado imobiliário como um todo

Indicador 02

Segundo o encontro, o setor da construção civil como um todo precisa resolver impasses no excesso de burocracia e entraves na liberação de obras como um todo

Indicador 03

Agenda estratégica que gere crescimento e segurança jurídica para a indústria da construção

“O ano começa com muitas expectativas e temos muito para discutir”, pontuou Renato Correia, presidente da CBIC. Acompanhado do presidente executivo, Fernando Guedes Ferreira Filho; do Relações Institucionais e Governamentais, Luís Henrique Macedo Cidade; e da economista-chefe da entidade, Ieda Vasconcelos; Correia reforçou a importância de o setor atuar de forma coesa e alinhada na defesa de uma agenda estratégica que gere crescimento e segurança jurídica para a indústria da construção.

Para abrir a reunião, a economista-chefe da CBIC apresentou os indicadores econômicos mais importantes, com breve balanço de 2025, e analisou o cenário esperado para 2026. Às vésperas da primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de 2026, Ieda Vasconcelos pontuou tendências no manejo da taxa Selic, uma das principais preocupações do empresário da construção. “A expectativa é pela redução dos juros ao longo do ano”, afirmou.

Participaram do encontro o vice-presidente de Indústria Imobiliária da CBIC e presidente executivo do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (SECOVI-SP), Ely Wertheim; o presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Yorki Estefan; Fernando Rosa, presidente executivo da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Aluminio (AFEAL); Filipe Gattera, presidente executivo da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Aluminio (AFEAL); Íria Doniak, presidente executiva da Associação Brasileira da Construção Industrializada em Concreto (ABCIC); Manoel Roldon Antunes, presidente da Associação Brasileira de Blocos e Pisos de Concreto (Bloco Brasil); Paulo Engler, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Material de Construção (ABRAMAT); e Maurício Borges, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Revestimento Cerâmico e Louças Sanitárias (ANFACER).

Também estiveram presentes Celso Davi Rodrigues, diretor executivo do Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais Não Ferrosos no Estado de São Paulo (SIAMFESP); Julio João Pereira, diretor geral da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (ANAMACO); Ulysses Barbosa Nunes, diretor executivo da Associação Brasileira da Construção em Estrutura Metálica (ABCEM); o conselheiro da CBIC e economista-chefe do SECOVI-SP.

A reunião também recebeu Celso Petrucci, conselheiro da CBIC e economista-chefe do SECOVI-SP; Cícero Araújo, vice-presidente de relações governamentais da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC); Edson Silveira Sobrinho, diretor de relações institucionais e governamentais da Associação Brasileira dos Fabricantes de Material para Saneamento (ASFAMAS); Fábio Humberg, diretor de comunicação e relações institucionais da Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (ABRAFATI); FERNANDO Canova, coordenador de desenvolvimento da ABICIC; Filemon Lima, gerente de relações institucionais do Sinduscon-SP; Lair Krahenbuhl, diretor do SECOVI-SP; Maurício Fernandes, consultor de relações institucionais da Associação Brasileira da Indústria do Vidro (ABIVIDRO); e Anderson Vieira, diretor da ANFACER.

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